José Maurício Brêda

Se “marcos referenciais que ajudavam a contar histórias, agora, jazem enterrados”, no dizer de Larissa Barros, certa feita, em reportagem na Gazeta de Alagoas, outros que sucumbiram pela evolução e pelo ciclo normal da vida também nos deixaram órfãos.

Nascido e criado na antiga rua do Macena, jogando ximbra e soltando pião na praça Deodoro do Teatro, do Tribunal de Justiça e do Grupo D. Pedro ll – hoje Academia Alagoana de Letras – lembro do quem-me-quer das meninas aos domingos à noite, de um belo sorvete na Gut-Gut, do bar Suez em frente à Portuguesa, do Café Afa dos Antunes, sem esquecer o Bar e Restaurante do Mariano.