Em meados da década de 1960, o filho de um americano, da Califórnia, que prestava serviços à Petrobras em Maceió, levou seu pranchão para a praia da Avenida da Paz, em frente ao Clube Fênix, onde surfou diante de alguns amigos e vizinhos da Rua Goiás, no Farol. Seu nome era Wesley, lembra Marden Bentes, um dos jovens que também se aventurou a acompanhar o californiano nas praias da Avenida e do Trapiche.
Poucos meses depois, Wesley teve que voltar aos EUA e se propôs a vender a prancha por 60 dólares aos cinco amigos, que se cotizaram para adquirir o tabuão. Como eram muitos...



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