Wellington Santos, jornalista (Tribuna Independente)

Passados 81 anos das mortes de Lampião, Maria Bonita e mais nove cangaceiros, ocorridas durante o ataque à grota do Angico, no município de Poço Redondo (SE), executado por uma patrulha volante da PM alagoana em 28 de julho de 1938, as controvérsias sobre o último dia de vida do chefe cangaceiro ainda geram acirrados debates.

Um deles é sobre a quantidade de tiros que matou Virgulino Ferreira da Silva no combate que pôs fim à sua carreira criminosa que ultrapassou 20 anos.