Tobias Medeiros

Tinha razão, o historiador Moreno Brandão ao escrever: “A lama dos Moraes ainda hoje perdura dentro de seu nimbo de sangue, especialmente na zona de suas proezas, consectários lógicos da excitação geral dos ânimos e da falta de garantias legais e jurídicas ainda hoje subsistentes”. (1)

Quando criança, ouvi de Adélia Rocha Wanderley, minha prima, a história dos Morais, que estiveram no Poço das Trincheiras, há muito tempo, há cerca de cem anos, conforme ela gostava de dizer. A chacina dos Morais foi contada por algumas gerações até os nossos dias.

Várias vezes, nós, crianças, e alguns adultos,...