Por volta das 22 horas do domingo, dia 22 de março de 1959, o padre Durval Inácio da Silva se despediu do amigo José Ferreira da Costa, com que gostava de conversar. “Seu” Zezinho era o avalista da Justiça em São Luís do Quitunde. Como sempre fazia nos finais das noites, se dirigiu ao gabinete ao lado de sua residência, onde costumava a ler ou a escrever.
Abria o cadeado quando foi atingido nas costas por um disparo de rifle (fuzil) calibre 44. Cambaleou por dez metros em direção ao portão da rua e caiu agonizando no alpendre.
Alguns vizinhos correram para socorrê-lo, mas quando se aproximaram o religioso já dava os últimos suspiros. A...



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