“Nunca tive a pretensão de ser poeta”, confessou Silvestre Péricles no início de sua “Nótula Pessoal” do livro No Tempo das Rimas, lançado em 1947, quando estava iniciando seu mandato de governador de Alagoas.
Muito criticado por seus adversários políticos, o livro foi o passaporte de Silvestre para a Academia Alagoana de Letras. Ocupou a vaga deixada por Rodrigues de Melo poucos meses após suas poesias terem começado a circular.



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