O primeiro registro sobre a Casa da Pólvora de Maceió foi feito por um marinheiro britânico, Sir Ross, em 1835. Segundo J.F. Maya Pedrosa em seu livro Histórias do Velho Jaraguá, o navegante fez elogios às boas condições de ancoragem, os serviços do prático e o fácil acesso à água e alimentos em Jaraguá, e indicou como ponto de referência para outros navegadores, um pequeno edifício branco que chamou de Paiol. O autor avalia que era “provavelmente aquela construção no Alto do Jacutinga e nas proximidades do antigo farol, pelos fundos da Igreja, hoje Catedral“.