Primeiro e único Barão de Palmeira dos Índios. Foi agraciado em 28 de agosto de 1889 e foi um dos três últimos titulares do Império pelo Gabinete Liberal de junho de 1889, mas não chegou a receber o título.
Os outros foram: Miguel Soares Palmeira (Barão de Coruripe), que renunciou a honraria, e José Miguel de Vasconcelos (Barão de Parangaba).
Logo em seguida à proclamação da República, a Constituição Republicana de 1891, no seu Art.72 § 2º, estabeleceu que não admitiria privilégios de nascimento, desconheceria foros de nobreza, e extinguiria as ordens honoríficas existentes e todas as suas prerrogativas e regalias, bem como os títulos nobiliárquicos e de conselho.



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