Até o fim da primeira metade do século XX os jovens alagoanos que pretendiam um diploma em medicina iam estudar em Salvador, Recife, Rio de Janeiro ou São Paulo. Alguns privilegiados escolhiam universidades europeias.

Poucas famílias em Alagoas tinham condições de manter filhos estudando nestes centros. Mas muitas delas tinham aspirações nesta área da formação profissional superior, principalmente os filhos da emergente classe média.