História da Escola Agrotécnica Federal de Satuba

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia, campus Satuba
Prédio do Aprendizado Agrícola de Satuba em 1921

Prédio do Aprendizado Agrícola de Satuba em 1921

Inaugurada no início de 1895, quando Satuba ainda pertencia a Santa Luzia do Norte, a Destilaria Wanderley era parte do processo de modernização da indústria sucroalcooleira de Alagoas. O primeiro grande empreendimento do setor, a Usina Brasileiro em Atalaia, tinha entrado em funcionamento três anos antes.

A Destilaria pertencia a José de Barros Wanderley de Mendonça e para se beneficiar de empréstimo público foi classificada indevidamente como usina. Sem conseguir pagar os empréstimos ao governo do Estado, não durou muito, fechou em poucos meses e teve suas terras desapropriadas.

A área passou a ser alvo dos interesses das outras unidades industriais da região. Disputavam suas terras as usinas Brasileiro em Atalaia, Leão em Santa Luzia do Norte e Sinimbu em São Miguel dos Campos.

Alunos do Aprendizado Agrícola de Satuba em 1921

Alunos do Aprendizado Agrícola de Satuba em 1921

A situação foi resolvida pelo governador Joaquim Paulo Vieira Malta com a doação da destilaria à Sociedade de Agricultura Alagoana. O Decreto n° 346, de 7 de outubro de 1905 estabelecia que as terras seriam destinadas para a construção de uma estação agronômica e um posto zootécnico, que funcionariam como Escola Prática de Agricultura em regime interno e semi-interno.

A partir de 1907, quando a Sociedade de Agricultura Alagoana estava sob a direção do agrônomo Miguel Guedes Nogueira, a Escola Prática de Agricultura recebeu a incumbência de preparar operários para os trabalhos de campo, treinar feitores e administradores de fazendas e ainda ensinar ofícios de pedreiro, carpinteiro, sapateiro, ferreiro, entre outros, além de oferecer o curso primário, de um ano, e secundário de dois anos.

Entre 1907 e 1910, o governo alagoano assumiu a manutenção da Escola conforme estabelecia a lei de 13 de junho de 1907. Sem cumprir as suas obrigações financeiras por dois anos, teve que enfrentar o descontentamento dos funcionários.

Casa do Diretor do Aprendizado Agrícola de Satuba em 1921

Casa do Diretor do Aprendizado Agrícola de Satuba em 1921

Para fugir das obrigações de manutenção o governo do Estado, sabendo que o Governo Federal estava expandindo o ensino agronômico no Brasil, transferiu a responsabilidade da instituição para a alçada Federal, criando o Aprendizado Agrícola de Satuba.

A mudança cumpria as orientações do Decreto Federal nº 8.940, de 1910, assinado por Nilo Peçanha. Entretanto, a transferência só foi oficializada pelo presidente Hermes Rodrigues da Fonseca em 30 de agosto de 1911, com a assinatura do Decreto n° 8.940. Miguel Guedes Nogueira continuou com a supervisão do Aprendizado.

Com o aumento da capacidade produtiva das usinas, a demanda por mão de obra especializada levou o Aprendizado Agrícola de Satuba, a partir de 1920, a também oferecer serviços para este setor, incluindo o empréstimo de ferramentas e máquinas para as unidades da região.

Em março de 1927, o Estado de Alagoas voltou a ter o Aprendizado sob sua responsabilidade e João Castelo Branco assume a direção substituindo Miguel Guedes Nogueira, que foi chamado para dirigir a Escola de Aprendizes e Artífices em Maceió.

Campo experimental do Aprendizado Agrícola de Satuba em 1921

Campo experimental do Aprendizado Agrícola de Satuba em 1921

Com o advento do Estado Novo após a Revolução de 30, a nascente indústria brasileira passa por transformações, principalmente buscando a superação do modelo agrário exportador adotado até então.

Assim, novos gestores são designados e o agrônomo José Tupinambá do Monte, doutor Tupi, assume em 7 de fevereiro de 1934 o Aprendizado Agrícola de Alagoas, nova denominação definida pelo Decreto nº 24.115, de 12 de abril de 1934. O Aprendizado fica sob responsabilidade do Ministério da Agricultura.

Passam a ser oferecidos três cursos. O Básico, com duração de três anos e formador de capataz agrícola; o Rural de dois anos para habilitar trabalhador rural e o de Adaptação, com seis meses, preparando o trabalhador especializado.

Por determinação do Decreto nº 1.029, de 6 de janeiro de 1939, a instituição passa a ser denominada Escola Agrícola Floriano Peixoto e, a partir de 1947, são criados os cursos de Iniciação Agrícola, referentes aos atuais 6º e 7º anos, e os cursos de Mestria Agrícola, equivalentes aos 8º e 9º anos. O aluno também tinha a possibilidade de passar mais três anos na instituição, onde adquiria o diploma de técnico agrícola.

Galpão do Aprendizado Agrícola de Satuba em 1921

Galpão do Aprendizado Agrícola de Satuba em 1921

A Escola ainda tinha olaria, carpintaria, sapataria, casa de farinha e uma padaria que funcionavam com a mão-de-obra estudantil. Os alunos passavam em média sete anos na instituição e não havia um limite de permanência, podendo os mesmos repetir de série várias vezes.

No início dos anos 60, os estudantes da Escola tinham um bom nível de organização e de mobilização, havendo conflitos sérios com a direção nos momentos em que reivindicavam. Com o golpe militar de 1964, a repressão atuou fortemente na Escola, impondo controle militar.

A partir de 1964, a instituição passa ser o Colégio Agrícola de Satuba com o objetivo de formar alunos do curso agrotécnico, que já haviam concluído o ginásio. Os alunos deixaram de ser reconhecidos pelos seus nomes de batismo. Como em um quartel, eram chamados pelos números de inscrição da seleção.

Também é instituído o processo de seleção de discentes. Até então era por indicação de políticos e proprietários rurais. Na seleção havia uma entrevista e um exame físico, quando os candidatos ficavam sem roupas e enfileirados em um galpão. Um ex-militar de nome Eraldo Alves, obrigava os alunos a fazerem movimentos circulares repetitivos. Alunos da época relataram que esse exame buscava identificar homossexuais, motivo para expulsão. Na ficha ficava registrado: desvio de conduta ou pederastia.

Prédio Central da Escola Agrícola Floriano Peixoto em 1962

Prédio Central da Escola Agrícola Floriano Peixoto em 1962

Mulheres também não foram aceitas por muito tempo sob a justificativa que davam mais trabalho. A primeira mulher a ingressar na Escola Agrícola de Satuba foi Silvana Paes de Lima em 1962.

Sob a direção de Adroaldo Alves Camêlo, a partir de 1970 o curso agrotécnico passa a se chamar Curso Técnico em Agropecuária. Em 1979, a instituição recebe o nome de Escola Agrotécnica Federal de Satuba – EAFS.

George Lins da Cunha dirige a Escola entre 1980 e 1985, promovendo atividades de campo como o cultivo de hortas, lavouras e criatórios que abasteciam o refeitório. Parte do produzido podia ser vendido e o recurso era entregue ao aluno como forma de pagamento pelos serviços prestados a escola.

A prioridade era o preparo para o mercado de trabalho e a filosofia adotada era da Escola-Fazenda através da Coordenação Nacional do Ensino Agropecuário – COAGRI. O sistema Escola-Fazenda é constituído de uma estrutura física, composta de salas de aula, internato, cooperativa, agroindústria e setores ou laboratórios de produção como os setores de agricultura I, II, e III, Zootecnia I, II e III e piscicultura.

Os últimos diretores a assumirem a Escola por indicação foram Antonio Ferreira Rocha (1985-1986) e Herivaldo Ferreira Alves (1987-1992). Após constituição de 1988, o acesso à Escola passou a ser por concurso público e os dirigentes eram escolhidos pela comunidade escolar. O primeiro eleito foi Francisco Amorim, Chicão, em 1991.

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia, campus Satuba

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia, campus Satuba

Por força da lei nº 8.731, de 16 de novembro de 1993, a Escola é transformada em autarquia, ou seja, passa por um processo de descentralização na gestão administrativa e financeira. A maior modificação se deu em dezembro de 2008, quando a Lei nº 11.892 determinou a incorporação das escolas agrotécnicas federais para a rede dos Institutos Federais – IF´s.

Assim, depois de uma caminhada centenária, o antigo Aprendizado Agrícola de Satuba passa a se chamar Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia, campus Satuba.

Até janeiro de 2012, o campus Satuba esteve sob a direção do professor José Jonas de Melo Alves, atualmente a direção do campus está sob a responsabilidade de Anselmo Lúcio Aroucha Santos.

Fonte: Terra das Alagoas, de Adalberto Marroquim; Contribuição à História do Açúcar em Alagoas, de Moacir Medeiros de Santana; O Ensino Agrícola em Alagoas a partir dos 101 anos de Memórias do IFAL, campus Satuba, de Amanda Christinne Nascimento Marques, Patrícia Rosalba Salvador Moura Costa e Carmelita Mendes Bastos.

48 Comments on História da Escola Agrotécnica Federal de Satuba

  1. Márcio Barros. // 27 de dezembro de 2015 em 19:18 //

    Muito boa a iniciativa, em expor a história desse conceituado Colégio Agrícola, onde tive a grande satisfação de ter sido aluno no triênio 84/86, concluído o Curso de nível médio Técnico em Agropecuária. Ressaltando que em 1986, o diretor da EAFS/Al, era o professor Júlio Romero, por determinação do governo federal (interventor), o qual formou minha turma.

  2. Vitor Hugo Lied // 28 de dezembro de 2015 em 06:48 //

    Meu sogro foi Professor Veterinário durante muitos anos nessa escola, Drº Pedro Gonçalves de Magalhães.

  3. Edielson Alves // 28 de dezembro de 2015 em 10:13 //

    Foi nesta escola onde aprendi muitas coisas não somente na vida profissional, mas também na vida pessoal. Saudades!

  4. José Gerôncio Torres // 28 de dezembro de 2015 em 12:23 //

    Parabéns pela reportagem.Um pedaço da minha vida foi aí no Colégio Agrícola Floriano Peixoto, e sou muito grato por tudo, aproveito para agradecer aos grandes mestres da minha época. Hoje sou aposentado e apesar de ter uma outra formação, porem vivo em função da formação de Técnico Agrícola. Obrigado.

  5. Etevaldo Amorim // 28 de dezembro de 2015 em 13:57 //

    Fui aluno dessa Escola, de 1973 a 1975. Lembro-me do professor Pedro Magalhães (referido pelo seu genro), já próximo da sua aposentadoria. O diretor era o Prof. Alvandir Barros de Aguiar e o Chefe de Administração Escolar era o Prof. Alberto Antônio de Holanda Ferreira. Tive grandes mestres: Almir Lisboa, José Disnaldo, José Carlos Lyra de Andrade, Manoel Leal, Maria Alice Lima do Monte (filha do ex-diretor Dr. Tuminambá do Monte), Araújo, José Aniceto, José Augusto (que depois seria Deputado Estadual), José Newton Imbuzeiro, Elizabeth Correia Costa, Antônio Ferreira, Herivaldo, Padre Salomão de Barros Lima (depois Pe. Rubião Peixoto e Pe. Luiz).

  6. Sinto muito orgulho de ter estudado na Escola Agrotécnica Federal de Satuba, no ano de 2007 a 2009, hoje tenho meu trabalho e graças a Deus e a Escola tenho uma profissão de Técnico em Agropecuário. E tenho mais orgulho ainda de fazer parte dessa historia que nunca vai acabar.

  7. Agatangelo Pinheiro da Silva // 28 de dezembro de 2015 em 19:17 //

    Fui aluno dessa renomada escola no triênio 95/97 e hoje vivo a minha vida profissional exercendo a função na qual eu estudei, me orgulho muito de ter passado por essa grande escola, onde fiz muitas amizades, e aprendi bastante com excelentes professores, dentre alguns como Ramildo, Altamir Secco, Paulo Felisberto, Ana Galdino, Osvaldo, Inaldo, o saudoso Gérson(poeirinha), entre outros…..

  8. Marcos Radelley da Silva // 28 de dezembro de 2015 em 21:49 //

    Fui aluno deste Escola nos anos de 84/86. Aprendi muitas coisas boas pra minha vida. Nós alunos que passamos por essa escola temos amizades em todas as cidades do Estado. Isso é muito bom, grandes Amigos… Obrigado aos Professores de nossa época.

  9. MIRABEL OMENA FERRO (@MIRABELFERRO) // 30 de dezembro de 2015 em 06:57 //

    Uma verdadeira escola de vida, lá não só aprendemos os ensinamentos técnicos, mas também aprendemos muito de relações interpessoais, saindo preparado para atuar com competência no Mercado de trabalho na Gestão de empreendimentos agrícolas, ou em qualquer outra área relacionada.

  10. fabio Hastenreter de Aquino // 30 de dezembro de 2015 em 16:06 //

    Fui aluno dessa escola em 95/97. Foi fundamental para a minha formação profissional e pessoal. Fiz muitas amizades. Já não tenho muitos contactos, mas guardo os bom momentos. Um abraço e que essa escola posa cada vez mais dar passos importantes na vida do seu alunado.

  11. EVERALDO BARNABÉ // 4 de Janeiro de 2016 em 07:17 //

    Fui aluno desta escola, de 92/94, só tenho boas recordações.

  12. josecleive alves de assis // 10 de Março de 2016 em 09:47 //

    Na vida passamos por vários momentos bons, e um deles foi nessa escola, muitas lembranças são revividas quando encontro um amigo, seja um ex aluno ou um professor, sou grato por ter passado não três mas cinco anos, e pudesse faria tudo de novo. Saudades e boas lembranças de um local onde por curto período de tempo foi minha casa.

  13. Márcio Barros. // 11 de Abril de 2016 em 20:06 //

    Fou com grande orgulho que estudei no triênio 84/86, nessa conceituada e inesquecível EAFS/AL, onde adquiri um universo de saberes, despertando e preparando-me para o engrandecimento da minha vida social e profissional, junto com meus agroamigos, funcionários e maravilhos mestres, hoje com outra formação acadêmica, nunca esquecerei o aprendizado  adquirido nesta escola. Fico eternamente grato a todo acolhimento que esse “Antigo Casarão” me concedeu onde sinto muuuuuuitas saudades. M.B. São Miguel dos Campos/Al.

  14. gostaria de ter noticias de colegas que concluiram o curso agrotecnico de 1980 a 1982.

  15. José Marcos Marcelino // 24 de Abril de 2016 em 17:37 //

    Tenho um orgulhoso de ter estudado nesta escola no período 97/ 99 muita saudade. Um prazer ter estudado com professores como Romildo, Elba, Nelson, Rubens, Paulo Felisberto e outros.

  16. Lourinaldo Teixeira de Moura // 25 de Abril de 2016 em 08:41 //

    Estudei nessa conceituada escola no triênio 1972/1974,quando recebemos a última turna de alunos oriundos do curso equivalente ao curso ginasial da época e,tivemos oportunidade de convivermos com alunos oriundos de cidades do interior de Alagoas e Pernambuco….Saudades dos grandes amigos….e,sugiro que sejam criados grupos de cada triênio para interagirmos pelas redes sociais…

  17. Amélia Ferro // 26 de Abril de 2016 em 09:21 //

    Foi a melhor fase da minha vida virei técnica em agropecuária aprendi com os melhores 👌🏻hoje médica veterinária e digo com muito orgulho por onde ando meus primeiros passos na área profissional foram dados na EAFS 🙏🏻🐮🐷🐶

  18. Joaquim Milton // 26 de Abril de 2016 em 13:21 //

    Foi minha casa entre 82-84, porém, como meus Pais trabalhavam na Escola, tive o privilégio de morar nesta bela Escola, quando ainda era Colégio Agrícola de Satuba.
    Aprendemos muito com nossos Mestres.

  19. Cavalo Selado // 26 de Abril de 2016 em 13:38 //

    Nunca vai sai da cabeça de um Guerreiro essa história muitas saudades dos amigos e demais pessoas da quela casa maravilhosa que Conserve sempre.

  20. Maria Celia Oliveira Macedo Batinga // 26 de Abril de 2016 em 20:56 //

    Faltou ser citado o nome do Diretor Dr. Alvandir Barros, nos anos 70, quando ingressei na Escola como responsável pelo Sistema Escola Empresa SIE-E. em 1977, o Professor Alvandir já dirigia a Escola Agrícola Floriano Peixoto, grande figura. Deixou também de ser citado o Diretor Professor Julio César, mineiro. que passou um bom período dirigindo a Escola na década de oitenta.

  21. Zé Gomes "Paciência" União dos Palmares // 27 de Abril de 2016 em 01:00 //

    Excelente publicação que resgata a memória de muitos colegas. Foi nessa Escola querida que encontramos a felicidade, principalmente aqueles que acreditavam num amanhã diferente. Melhorar de vida com essa linda profissão de Técnico Agrícola, onde as Usinas de Açúcar absorviam a maioria dos estudantes formados, outros com poder e mais recurso financeiro buscaram o caminho da Universidade e hoje são bons profissionais e outros seguiram uma carreira profissional diferente, mas que a nossa convivência diária no aprender, recebendo boas orientações de Professores altamente capacitados que foram colocadas em práticas dentro do nosso trabalho, entre bons amigos e principalmente no convívio familiar. Obrigado por todos aqueles que contribuíram para a minha formação e também dos meus amigos de profissão. Deixo um Grande abraço para os meus professores Antonio, George, Almir Lisboa, Alberto Holanda, Enaldo, Paulo, Professora Ana, Elizabeth, Raquel (Musa do Inglês) e também lembrar daqueles que já não estão com sua presença fisica entre nós (Enaudo Alves, Gerson “Poerinha”, Expedito Gonzaga “Nó Cego”. Enfim a todos colaboradores e amigos.
    Amigos do Período “1980/1982” que tal marcamos o nosso encontro para o próximo mês de Agosto lá na Escola Agrícola e assim reencontrar e colocar as fofocas em dia, pois já faz muito tempo que não nos encontramos. Meu telefone de Contato (82) 99910-3371 (Op. TIM) e (82) 9109-9184 Op. Claro meu email: gomesjose19@hotmail.com.

  22. Jose Maria CASSIMIRO Ferreira // 28 de Abril de 2016 em 18:49 //

    Eu Jose Maria CASSIMIRO, de Viçosa, boas recordações pude reviver nesse instante pelas fotos e comentários de colegas que por ai passaram. Frequentei essa renomada escola de 1978 a 1980. Foi um aprendizado e uma formação ímpar em minha vida. Essa escola é uma vida. Parodiando a frase “a vida é uma escola”. A prova disso é que se aprendeu a conviver diariamente com seres humanos de diversos comportamentos. Tive o privilégio de ter bons professores que além de nos ensinar a ciência do saber, se preocupavam conosco, como se nossos pais fossem, dando broncas, sem dar moleza à ninguém. Agradeço à todos que contribuíram para minha formação de homem e profissional. Não irei citar nomes para não ser injusto com nenhum. Hoje, depois de 35 anos fora de sala de aula, retornei aos estudos, cursando agronomia no CECA, graças aos primeiros passos que dei nesse lar familiar. Obrigado ao meu JESUS e aos que colaboraram para comigo. Abraços

  23. Helio Barros // 29 de Abril de 2016 em 06:24 //

    Foi a melhor escola da minha vida em todos os sentidos. Sinto muita saudade da escola e dos meus amigos de 86/88.

  24. Edvaldo OLiveira // 29 de Abril de 2016 em 22:41 //

    Sou T.A com muito orgulho e quero aqui agradecer a todos os professores que estudei sou muito grato pela minha formação pessoal e profissional.

  25. JOSE ERIVALDO DE BARROS // 30 de Abril de 2016 em 21:55 //

    Essa Escola é um marco no ensino de Alagoas. Excelentes professores, boas instalações e bem localizada. Nos dá bases para cursar as melhores Universidades ou as melhores colocações no cenário Profissional. Parabéns aos alagoanos que tiveram a sorte de concluir um curso nesta bela Escola. Obrigado por ser ex-aluno da turma de 1971.

  26. REGIS CORREIA ALVES // 8 de Maio de 2016 em 10:28 //

    agradeço a essa escola pela formação como técnico agrícola e pelas muitas amizades que construí no período de 1980 a 1982, uma verdadeira escola da vida.contato email regisalvesal@hotmail>com FONE 999403395 EMAIL regisalvesal@hotmail.com

  27. João Soares // 8 de Maio de 2016 em 16:49 //

    Tenho uma grande admiração pela escola agrícola Floriano peixoto. Foi nesta amada escola que dei os primeiros passos para um futuro melhor. Daí saindo, fui aprovado em concurso da petroquímica, afiliada da Petrobras. Em seguida, fiz concurso na Embrapa onde trabalhei por longos 10 anos da minha vida. Prestei concurso para o BNB, na área de fiscalização, fui aprovado porém optei por trabalhar na minha própria empresa, fornecedora de produtos hortigranjeieros para região nordeste, sul e centro oeste, onde estou até o devido momento. Fui aluno desta amada escola no triênio de 1973 a 1975. Tenho saudades de grandes amigos que ali o fiz tais como: ALUÍSIO ( QUEBRANGULO) ADALBERTO (CHÃ DO PILAR) CARLITO ( BOM CONSELHO ) RUBENS (SATUBA) CIRO, INON, WELINGTON (ÁGUA PRETA) CARLINHO ( PETROLÂNDIA ) DEALDO (PETROLÂNDIA ) JOÃO NETO NUNES (CEDRO SÃO JOÃO ) JOSÉ ANDRADE (CEDRO SÃO JOÃO ) e tantos outros. Tel. Para contato (87) 9 9907 5719. Tim. 9 8835 4294. Oi.

  28. Alguém da turma de 1984/1986 conheceu o Rildo Duarte, de Junqueiro? Infelizmente ele faleceu em 01/01/2013 num trágico acidente automobilístico em Capela/SE.

  29. Luiz carlos e Silva // 15 de junho de 2016 em 20:31 //

    Queria muito encontrar com a turma de 1979 a 1981, como também outros colegas que passaram por este período, não quero citar nomes para não ser injusto, todos sem exceção tenho uma grande alegria quando encontro algum, fiquei muitíssimo emocionado com as mensagens dos colegas, sugiro que todos coloquem telefones e e-mail, LUIZ CARLOS E SILVA, Junqueiro al, 99977 1377, luizcarloss@ig.com.br

  30. Jordão Vieira // 17 de julho de 2016 em 01:10 //

    Gostaria de reencontrar minha turma de 83 a 85.

  31. Eustaquio Fernandes // 30 de julho de 2016 em 22:20 //

    Saudades da EAFS aprendi muito turma 2000/2002

  32. Escola pra vida toda!

    Tive a honra de estudar na EAFS na virada do século. Nos anos de 99/2000/2001.
    Grandes amigos fiz alí, graças a Deus ainda conseguimos manter um bom contato até hoje.
    Boa estrutura, muito bom professores. A base da vida profissional de muitos que por alí passaram. Mesmo seguindo por outro caminho profissional devo muito do que sou hoje a esta fase da minha vida.

    ESCOLA AGROTÉCNICA FEDERAL DE SATUBA

  33. Gutemberg Fabio Albuqerque De Barros // 2 de agosto de 2016 em 13:14 //

    BOA TARDE VENHO LEMBRAR QUE O ATUAL DIRETOR Anselmo Lúcio Aroucha Santos. É EX ALUNO DA INSTITUIÇÃO DA TURMA DE 86-88 COM MUITO ORGULHO DE TER PARTICIPADO DESSA TURMA

  34. José Marcos Oliveira da Silva // 19 de agosto de 2016 em 00:10 //

    Quanta saudade 84/86 Marcos, São José da Laje (seton) Marcio ,Roberval

  35. CELESTINO FELIX DA SILVA // 24 de agosto de 2016 em 21:57 //

    Estudei 07 anos nesta escola 1966 a 1973, todo tempo que passei ai já existia proposta para trabalhar ou melhor já fui encaminhado pela própria empresa (COOPERATIVA DE PINDORAMA) DURANTE OS 07 ANOS, NAS FÉRIAS EU E OUTROS COLEGAS ERAM ESCALADOS A ESTÁGIOS NA PRÓPRIA COOPERATIVA AO CONCLUIR O CURSO LOGO FUI CHAMADO NA ÉPOCA PARA ANCAR/AL / EM SEGUIDA EMATER/AL PELA QUAL ESTOU APOSENTADO, GRAÇAS A DEUS SÓ TENHO A AGRADECER OS PROFESSORES,FUNCIONARIOS,DIRETORES E COLEGAS A GENTE SE SENTIA UMA FAMILIA. TODOS OS DIAS MATO A SAUDADE COM ALGUNHAS FOTOS QUE AINDA SOBREVIVEM DA EPOCA. DE CORAÇAO VOLTARIA HOJE PARA REPITIR OS MESMOS 7 ANOS SE DEUS MIM DESSE OUTRA INFANCIA. DEUS ABENÇOE A TODOS.

  36. wellington souza fraga // 25 de setembro de 2016 em 06:11 //

    Minha maior realização, saudades… Cursei nos anos de 1976 a 1978, muitos amigos que tornaram-se meus irmãos até hoje, pena que nossos governantes não olham para esse sistema de ensino, onde o homem aprende profissionalmente e sai para enfrentar o mundo com um preparo muito mais elevado, crescido e desenvolvido, dificilmente vemos um T A despreparado…
    Abraço a todos de todas às gerações que tiveram o privilégio de ter participado deste aprendizado.
    Wellington Souza Fraga ( MIJÃO)
    Cedro de São João – SE, moro atualmente em Aracaju – SE.
    Email: tomfraga@yahoo.com.br
    Tel. 79-99929-2703

  37. Antonio Pacifico dos Santos // 20 de outubro de 2016 em 16:06 //

    É com muito orgulho em dizer que foi neste Colégio Agrícola Floriano Peixoto nos anos 1976 a 1978 onde passei os melhores momentos da minha vida, onde convivI com as melhores pessoa (colegas, professores e funcionários) e aprendi muito como pessoa e profissional, onde trabalhei desde que saí deste colégio no serviço público Estadual (EMATER\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\0 ONDE HOJE ESTOU APOSENTADO, muitas saudades de toda a turma de 1978, Antonio Pacífico ( GORDO) meu e-mail tonhopacifico066@gmail.com, e tel p/ cont. (82) 999655522. Abraços a todos.

  38. Letícia Leal // 7 de Fevereiro de 2017 em 07:58 //

    Bom dia! Meu nome é Letícia. Meu avô tem 74 anos e está procurando os companheiros de classe de 1959-1962 da turma de iniciação agrícola. O nome dele é José Fernando Lima (conhecido como penedence)

    Estamos procurando informações de amigos daquela época e também informações de como conseguir o prontuário de desempenho dele nesse período.

    Se alguém puder nos ajudar com mais informações podem entrar em contato através do email leticialealm@hotmail.com e leticia.fernanda.santos@usp.br.
    Obrigada!!!

  39. REGIS CORREIA ALVES // 22 de Fevereiro de 2017 em 11:16 //

    gostaria de ter contato com os alunos , que concluiram o curso de 1980 a 1982 ,meu email,regisalvesal@hotmail.com

  40. Jose Maria de Sousa Filho ( Jose Filho) // 21 de julho de 2017 em 13:12 //

    Boa Tarde Caros colegas de profissão agricola também tenho um orgulho de ter feito parte dessa conceituada instituição de ensino, entre os anos de 1986 a 1989, gostaria muito de rever os grandes amigos que fiz por la nesse periodo, porem hoje estou em outra profissão e outro estado. Mas e nesses recados nao vi de nenhum dos meus colegas desses anos gostaria de reve-los se algum le estou hoje no fone 98 98755-9230 e email jose.filho@dimensao.eng.br, em especial meus amigos de turma e que dividiam os armarios kkkk.

  41. Jose Maria de Sousa Filho ( Jose Filho) // 21 de julho de 2017 em 13:13 //

    Me notifique-me por email em novos cometarios

  42. Jose Maria de Sousa Filho ( Jose Filho) // 14 de agosto de 2017 em 11:24 //

    Bom Dia caros. Atraves dessa publicação do dia 21.07 um amigo da escola me adicionou Paulo de Tarso, pena que ele é um ano apos minha entrada na escola, mas blz Paulo e bom conversar com pessoas que tiveram a mesma experiencia estundil, mas ainda ainda estou buscando amigos dos anos de 1987 a 1988, com Cristanes de arapiraca, Dorgival de cururipe, Josivaldo que éra conhecimdo como boneca tambem de arapiraca, Florisvaldo de Rio largo, Roberto de santana do impanema conhecimdo como sapinho…e outros tantos que o bendido apelido faz agente esquecer os nomes kkkkk

  43. JOSE RONALDO DE OLIVEIRA // 24 de agosto de 2017 em 20:51 //

    Caros leitores, prezados colegas, ilustres professores e demais servidores dessa conceituada instituição de ensino, louvo a feliz iniciativa de divulgação da história de nossa Escola. Meu nome é José Ronaldo de Oliveira, sou pernambucano e estudei nessa Escola no período de 1964/1970, foram 07 longos anos de aprendizado moral e intelectual, onde não faltou entretenimento e bom direcionamento para a minha vida profissional. Aproveito o ensejo para me congratular com todos, e parabenizo cada um neste de aniversário da nossa EAFSatuba, do qual compartilho conjuntamente com muito prazer. Abraço fraternal a todos.

  44. Prof. Roberval // 25 de agosto de 2017 em 09:24 //

    Um grande abraço José Ronaldo. Com certeza você tem na memória bons momentos vividos aqui em Satuba.

  45. JOSE RONALDO DE OLIVEIRA // 31 de agosto de 2017 em 10:02 //

    Prezados amigos, meu nome é José Ronaldo de Oliveira, sou pernambucano, fui aluno dessa escola com muita honra, matriculado sob nº 21, no período compreendido entre 1964 a 1970. Foram sete longos anos de aprendizado e entretenimento, onde recebi boa formação moral, intelectual e profissional, onde tive a minha adolescência moldada de forma plena e irretocável. Guardo boas recordações dos meus professores(as) pela forma eficiente e dedicada que cada um exercia o ministério de ensino. Louvo a inciativa de divulgação da história da nossa escola e por esse espaço que nos permite compartilhar desse evento de forma participativa, onde posso expressar minha gratidão e amor por essa terra dos marechais e declarar a minha satisfação de ter o meu nome inscrito nos registros históricos dessa renomada instituição de ensino. Aproveito o ensejo para cumprimentar todos os dirigentes, professores, alunos e servidores dessa EAFS/AL, ao tempo em que parabenizando a todos neste mês de aniversário.

  46. Agnaldo dos Santos (negao de Pão de Açúcar ) // 8 de setembro de 2017 em 15:13 //

    Bons tempos na EAFS, fui aluno de 1989 a 91, se não estou enganado. Foram tempos de muito aprendizado, não apenas para a formação técnica, como também para uma vida inteira. Tive o prazer ter estudado com grandes mestres como: professor Seco, Alberto Holanda, Chicao, entre outos. E é com prazer que me lembro de alguns amigos com os quais convivir durante três bons anos: Anselmo (de Arapiraca), Savio (policial) de Santana, Broder (de Palestina), a turma de Jacaré dos Homens, a galera de Penedo, toda a galera de Arapiraca, o Messias de Boca da mata, um dos poucos que ainda encontro em Santa do Ipanema (trabalhando com cantor de forro) e diga-se de passagem, um bom cantor. E o tempo passou, mas Boas lembranças, estas ficarão para sempre.

  47. JOSE ALVES DA SILVA // 18 de outubro de 2017 em 15:26 //

    Meu nome é Jose Alves da Silva, residente hoje em São Paulo – Capital à Avenida Paulista, 347-apto.606 – Cep 01311-000-Cel 11 98146-2264, e-mail: alves@copagaz.com.br. Passei pelo Aprendizado Agrícola de Satuba, nos idos de 1950/l951. Meu nome na época seria Jose Alves Barbosa, Órfão de pai e mãe desde os 3 anos de idade, o Aprendizado me acolheu, onde aprendi a plantar quiabo, cenoura, cebolinha, etc,, cuidar do estábulo, do aviário. Gostaria de saber se existe o registro do meu nome aí nesta casa que me acolheu tão bem nesse período de desgarrado em minha vida. Aí, só tive a aprender, antes de ser destinado a novo período de vida, a vida de enclausurado franciscano, até seguir meu curso em outro caminho de sucesso aqui em São Paulo, onde me fixei desde 1958. Lugares, destinos, Saudade! Obrigado, Satuba, deste nascido em 17/02/1941 em Arapiraca – AL.

  48. Prof. Roberval // 18 de outubro de 2017 em 17:22 //

    Caro José Alves. Com certeza seu nome consta nos registros escolares do hoje Ifal/Campus Satuba. Se tiver uma oportunidade, apareça para matar as saudades. Sempre a disposição,

    Prof. Roberval

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